As mulheres enfrentam muitas dificuldades na América do Sul. O movimento feminista avança de forma lenta e enfrenta muitas resistências.
Os afro-brasileiros procuram a sua identidade há séculos, e rituais como o Candomblé, a Capoeira e o lendário Carnaval brasileiro têm origem nessa procura. Os indígenas, sobretudo os mais novos, seguem o mesmo caminho.
A América do Sul está sufocando no lixo. Mesmo a reciclagem, na maioria dos países, só funciona onde surgiram iniciativas privadas.
Na nossa reportagem sobre o rio Pardo, no Brasil, explicamos por que razão é tão difícil proteger um rio na sua totalidade e o que a sua morte significa para regiões inteiras.
A jornalista Sandra Weiss e a cinegrafista Charlotte Eichhorn vêm investigando essas questões há anos e até décadas. Elas acompanharam os protagonistas e retrataram suas vidas, suas lutas, seus contratempos e seus avanços em um ambiente hostil. Os relatórios e documentários que eles publicam aqui são um testemunho histórico do lado sombrio da globalização e nos levam a refletir sobre nossa civilização e nosso modo de vida.
Pelo trabalho “un genocido oculto” (Um genocídio oculto), eles receberam o prêmio dos Publicitários Católicos da Alemanha “pela coragem jornalística”.








