En América do Sul, las mujeres siguen teniendo que luchar por sus derechos. A menudo, en ese proceso se convierten en víctimas de la violencia: en 2023, Brasil registró el mayor número de feminicidios del mundo, y Argentina no se queda muy atrás. Hemos investigado qué medidas se están tomando al respecto, tanto por parte del Estado como de las propias afectadas.
Os afro-brasileiros buscam sua identidade há séculos; rituais como o candomblé, a capoeira e até mesmo o lendário carnaval brasileiro têm origem nisso. Também os indígenas — sobretudo os jovens — seguem esse mesmo caminho.
Como, por exemplo, na vila de pescadores de Campinhos, onde o Rio Pardo, de um lado, e a correnteza do mar, do outro, levam grandes quantidades de plástico para os manguezais. Lá, mulheres determinadas limpam os manguezais e tentam conter a enxurrada de lixo. Elas também não estão a seguro das torrentes de agrotóxicos.
Em nossa reportagem sobre o Rio Pardo, no Brasil, explicamos como e por que é tão problemático proteger um rio em sua totalidade e o que sua morte significa para regiões inteiras.
A jornalista Sandra Weiss e a cinegrafista Charlotte Eichhorn vêm investigando essas questões há anos e até décadas. Elas acompanharam os protagonistas e retrataram suas vidas, suas lutas, seus contratempos e seus avanços em um ambiente hostil. Os relatórios e documentários que eles publicam aqui são um testemunho histórico do lado sombrio da globalização e nos levam a refletir sobre nossa civilização e nosso modo de vida.
Pelo trabalho “un genocido oculto” (Um genocídio oculto), eles receberam o prêmio dos Publicitários Católicos da Alemanha “pela coragem jornalística”.








